Dezembro 2006


Como foi o Natal de vocês? Espero que tenha sido uma noite de muita paz, reflexão e harmonia.

O meu Natal foi como sempre. Na sexta marido saiu mais cedo do trabalho e pegamos a estrada. Uma hora e meia depois chegamos ao nosso destino: a casa de praia dos meus pais. À noite chegaram minha tia, tio, primo e irmão. Minha tia, irmã de mami, tem casa na mesma rua.

No sábado foi um dia típico de casa de praia: muita comilança, muitas risadas, piscina, brincadeiras e música. O dia só não foi tão perfeito pq fomos ao hospital visitar meu avô (contarei sobre isso depois).

No domingo, véspera de Natal, foi mais um 24 de dezembro típico: minha mãe e tia suando na cozinha pra preparar a ceia natalina enquanto todos os outros ficam na piscina, dormem, vêem TV, etc.

Eu já disse que, quando fizer o Natal na minha casa, vai ser diferente. Cada um vai levar um prato, senão algumas pessoas ficam sobrecarregadas, enquanto outras não fazem nada. Pelo menos éramos só oito nesse Natal. Eu tentei ajudar como pude. Não sei cozinhar, mas cuidei da limpeza da cozinha, lavei louça, varri a casa, arrumei a mesa da ceia, molhei o pão na mistura da rabanada…hahaha. Marido se ofereceu para fritar as rabanadas, pois já era 20h e mami e tia ainda suavam na cozinha.  Dos homens, ele é o único que se oferece toda hora pra ajudar.

Lá pelas 21h nós quatro finalmente saímos da cozinha. Meu pai, irmão e tio foram visitar meu avô no hospital e levar alguns quitutes da ceia (à noite ele só pode ser visitado por homens, pois está na ala masculina).

Quando eu acabei de sair do banho, faltou luz. Foi hilário. Ninguém sabia onde tinha fósforo, a chuva e o vento faziam estragos no quintal, uma mesa com guarda-sol caiu dentro da piscina, tivemos que correr pra fechar todas as janelas da casa e eu fazia tudo isso, só de calcinha e sendo perseguida pela minha cachorra, que sempre que tem medo vem me procurar.

Quando encontramos os fósforos e acendemos as velas natalinas (que só assim foram usadas…hehe), minha mãe decidiu encarar a água fria e tomar banho. Ela odeia água fria. Fiquei com pena e fui correndo esquentar água pra ela e quando mami acabou de jogar sua última canequinha de água quente no corpo, a luz voltou. Rimos muito.

Logo depois meu pai, irmão e tio voltaram do hospital e nos sentamos à mesa pra começar o festival da gula. Todo ano minha mãe e tia falam que vão fazer menos comida, que sempre tem muito desperdício e bla bla bla. Mas mesmo assim tem sempre coisa de mais na mesa (pelo menos na minha opinião).

Comemos, bebemos, falamos besteiras como sempre, rimos, brindamos e à meia-noite nos abraçamos, trocamos presentes e ficamos batendo papo até a hora do sono me derrubar.

Meu avô

Quem me vê falando do meu avô, acha que sou a mais desnaturada das netas. Ele foi internado na semana que estávamos na Disney (final de outubro) e só dia 23 de dezembro fui visitá-lo.

Fiquei chocada com o que vi. Sabia que ele estava magro e havia sofrido uma colostomia de emergência, mas não imaginava que estivesse daquele jeito.

Subi com minha mãe até o quarto que ele fica. Havia quatro camas, mas da porta eu só vi três. Duas delas estavam vazias e em uma estava uma pessoa toda encolhida, com aparência de esqueleto. Era o meu avô. Nessa hora já fiquei com o choro entalado na garganta e minha mãe percebeu. Tentei ser forte e me aproximei dele. O choque foi ainda maior. Suas pernas parecem estar atrofiadas, a bolsa da colostomia estava cheia de fezes e gases e dava pra contar os ossos de sua costela. Minha mãe logo o cobriu com um lençol para esconder o saco da colostomia.

Não sei se ele me reconheceu, apesar de estar lúcido. Ele não estava muito falante. Me olhava algumas vezes, falava algumas coisas com minha mãe e voltava o olhar pra TV que meu pai colocou no quarto. Apertei sua mão, fiz carinho no seu cabelo branquinho (da última vez que o vi, no início de outubro, seu cabelo não era dessa cor…era só grisalho), não sabia o que dizer e apenas segurava sua mão. Ele me perguntou se eu estava animada para o Natal e tive mais uma vez que engolir o choro. Como eu estaria animada com o Natal vendo ele daquele jeito? Minha mãe percebeu que eu estava ficando pálida e falou que era melhor eu descer e chamar os outros pra subir (só podia subir dois visitantes de cada vez e toda minha família estava lá embaixo). Me despedi dele. Ele só me olhou com os olhos caídos, assentiu com a cabeça e voltou a olhar a TV.

Saí pelo corredor atordoada. Chegando lá embaixo, disse pro meu irmão subir e saí andando o mais rápido que pude em direção à praia, com o marido me seguindo. Lá pude chorar e tirar do peito toda aquela dor que senti.

Meu avô já fez muita besteira, é mentiroso, prepotente e fez minha vó e as filhas sofrerem muito, mas ninguém merece isso que ele está passando. Aquele ditado “aqui se faz, aqui se paga” deve ser verdadeiro.

Minha vó morreu com apenas 52 anos, eu tinha 10 na época. Foi uma morte repentina e que até agora não foi explicada. Ela foi internada com problemas de tireóide e, em poucos dias, faleceu. Na missa de sétimo dia, meu avô apareceu com uma mulher, que apresentou a todos como uma amiga. Essa amiga se mudou dias depois pra casa que ele morava com minha avó. Minha mãe e tia se revoltaram com essa atitude. Não era justo ele fazer isso com a memória da mãe delas. E, então, tudo mudou.

Elas mantiveram o diálogo com ele, mas não aceitavam a outra mulher, nunca mais foram na casa dele (que era do lado da nossa) e eu perdi o amor de vô. Não fui influenciada por minha mãe. Apenas aconteceu. Ele se afastou, nós nos afastamos. Um tempo depois, ele e a mulher se mudaram pra outro estado. No Natal ele aparecia e passava algumas horas com a gente, depois voltava pra casa.

Há uns 7 anos que a outra mulher também faleceu e ele começou a passar as festas de fim de ano nas casas de praia das filhas. As duas o tratam bem, mas não existe uma relação de pai e filha como eu e meu pai temos. Não existe amor paterno.

E agora ele está nesse estado e algumas pessoas se ocupam em criticar o “descaso” da minha mãe e da minha tia. Acham que elas deveriam jogar tudo pro alto pra cuidar do pai que nunca as amou como um pai deve amar um filho. É claro que elas estão abaladas com a situação dele, mas ninguém pode culpá-las por não o visitar todos os dias, por não o terem levado pra casa na noite de Natal (o médico não deixaria também), etc. Como fazer crescer o amor depois de tanta mágoa? Minha mãe, quando o visitou pela primeira vez, me disse que se emocionou quando ele pegou sua mão, apertou forte e começou a fazer carinho. Ela disse que foi a primeira vez que recebeu um gesto de carinho dele.

Só quis contar um “pedacinho” da história da família para que vcs possam ver que só nós sabemos cada alegria e cada tristeza que carregamos dentro do peito.

Uma ótima semana a todos!

Quem consegue gostar de calor, hein? Só quero ver quando eu voltar ao trabalho e tiver que me “arrumar” e enfrentar o bafo quente das ruas. Acho que não vou aguentar. E coisas desse tipo só me fazem ter mais medo do futuro…ai, ai.

Eu estou quase pirando em casa. Acho que não nasci mesmo pra ser dona de casa. Eu preciso trabalhar pra me manter sã. E essa é uma tarefa bem complicada, acredite…hehe. Eu arrumo coisas pra fazer, mas quem consegue fazer algo por muito tempo nesse calor? Eu não consigo! Só queria estar numa piscina bem geladinha. Mas falta pouco pra isso acontecer. Ainda bem!

Minha mãe estava me perturbando há muito tempo para ir no centro da cidade com ela. Eu havia dito que ela era louca, que o centro já é estressante em dias comuns, ainda mais nessa época do ano e com esse calor. Mas a mulher é teimosa, então acabamos indo na terça. Mas eu só fui pq meu pai foi (assim fomos no carro com ar ligado no máximo) e pra presenciar o desespero dela depois…hehe. Chegamos no centro às 9h e fomos embora às 10:30, quando já estávamos no limite. Depois visitamos a minha vó, mãe do meu pai, para lhe desejar feliz natal já que vamos viajar e ela vai passar o Natal com a filha. De lá, mais um destino: shopping. Nós três almoçamos e depois fizemos comprinhas de última hora. O único que está sem presente é meu sogro, mas como ele é um chato que não gosta de nada, vou deixar o marido se virar…afinal, o pai é dele…hahaha.

Amanhã é dia da ajudante e eu com certeza vou pra algum lugar. Ficar em casa sozinha é ruim, mas com faxina rolando é pior. E à noite vamos pegar a estrada pra passar o Natal com minha família. Estou me preparando psicologicamente pra visitar meu avô, que está internado há dois meses. Eu sou mesmo uma medrosa. Meus pais não me prepararam para o sofrimento. Mas tá na hora de crescer, né?

Desejo a todos um Natal de muita paz e que o verdadeiro sentido dessa data seja apreciado.

Até a volta!

Estar de férias é ótimo. Não sou maluca de negar isso. Mas estar de férias sozinha em casa não é tão legal. Odeio ficar parada e realmente não tenho nada pra fazer dentro de casa. Não consigo ficar muito tempo no computador ou vendo TV e nem tenho tantas tarefas domésticas pra fazer. Tá um calor puto lá fora e não saio durante o dia de jeito nenhum. Só pra ir na hidro. Mesmo morando no RJ, não moro tão perto da praia que dê pra ir sozinha. E sem o marido aqui, teria que ir de ônibus. Sem chance. Fico com alergia e irritada só de pensar nisso…hehe.

Fora o tédio de ficar em casa, está tudo ótimo.

Sábado marido acordou empolgado com o sol lindo (depois de um temporal danado na sexta) e me chamou pra irmos pra casa de praia dos meus pais. Topei na hora. Não sou louca de dispensar uma piscininha gelada e a companhia dos meus pais. Chegamos lá às 11:30. Ficamos na piscina até de noite praticamente. Depois fomos no quiosque de sempre pra comer o sanduíche que amamos.

Domingo foi mais um dia de sol e piscina com direito a churrasco, cervejinha gelada, sorvete e muita dor de corno por ter que ir embora. Chegamos de volta ao RJ lá pelas 18h. Mas a nossa noite também foi muito proveitosa…hehe.

Essa semana vou ver se resolvo várias pendências, mas bem que São Pedro podia mandar uma chuvinha pra eu ter ânimo pra sair de casa…

Hoje o dia foi cheio de surpresas no trabalho. Já sabíamos que haveria demissão e estávamos só esperando a bomba cair. Diziam que o “dia da verdade” seria quarta-feira passada. A coordenadora do meu setor foi mandada embora, mas não ficamos sabendo de mais pessoas que haviam sido demitidas. Tivemos uma semana de calmaria. Todos já estavam aliviados, já que entraríamos em recesso na sexta-feira, dia 15.

Mas hoje, perto do meio-dia, algumas pessoas foram chamadas pelo RH e já sabíamos que não era pra receberem presentes de Natal. É muito triste ver aquele monte de gente cabisbaixa, sem rumo. Ainda mais com as festas de fim de ano tão próximas. Todo ano, em dezembro, a empresa demite um monte de gente. Isso é muita maldade.

O mais desagradável aconteceu por volta das 15h. Dois rapazes que haviam sido demitidos estavam na minha sala conversando com a galerinha do meu setor e um responsável disse que eles deveriam ir embora, não podiam ficar lá. Que humilhação. Eu senti vergonha pela atitude do cara. Um dos rapazes ficou indignado e tentou fazer com que o cara visse a idiotice que estava fazendo, mas foi logo embora já que não adianta gastar saliva com gente assim. Eu fiquei tão triste depois disso.

Quando cheguei em casa, o meu celular tocou e vi que era o número da empresa. Pensei logo que seria demitida por telefone. Até senti um certo alívio porque prefiro ser demitida estando em casa do que lá. Ao invés disso fui avisada que a empresa decidiu adiantar o recesso para amanhã e não sexta como estava combinado. Fiquei aliviada. Pelo menos não preciso aturar mais dois dias tensos como o de hoje. Agora é só esperar o dia 2 de janeiro pra ver se o ano de 2007 me trará alguma surpresa no campo profissional.

Mesmo tendo que trabalhar (ou fingir que trabalho) estou feliz da vida, graças ao final de semana maravilhoso que tive.

Para mim, um final de semana perfeito se resume a: tempo com marido, tempo com os amigos e tempo com a família. E esse foi exatamente assim.

Sexta eu estava triste com algumas besteiras, fazendo drama à toa, sabe? Foi só marido chegar do trabalho pra mandar meu baixo-astral embora. A noite prometia. Fomos pro amigo oculto na casa da Lu. Foi ma-ra-vi-lho-so. Chegamos lá 20:30 e fomos embora às 3 da madruga. Tirei a Clau e ela me tirou. Rimos mto, comemos vários quitutes, apertei mto o Rique (filho da Lu), tiramos várias fotos, falamos muita besteira e jogamos Perfil. A cada encontro, nossa amizade se fortalece. Ah! Nesse dia conhecemos a Beta, outra amiga da Internet, e seu marido. Acho que a amizade dela também chegou pra ficar.

Sábado acordamos tarde, já que depois da festinha na casa da Lu teve festinha privativa lá na nossa casa…hoho. No final da tarde fomos ao shopping e marido comprou uma calça jeans, já que emagreceu e as dele ficam largonas…hehe. De noite fomos a um rodízio de pizza…hahaha. Dane-se. Nós estávamos com vontade, a noite foi maravilhosa e isso que importa. Ainda passamos na Blockbuster, alugamos dois filmes e assistimos um quando chegamos em casa (Sorte no Amor – bonitinho).

Mesmo tendo ido dormir tarde, no domingo marido me acordou às 9:30, todo empolgado, me chamando pra ir no Saara. Para quem não sabe, o Saara fica no centro da cidade, é uma área de comércio, onde as coisas são bem baratinhas. Tipo a 25 de março em SP. Só que o local é famoso pela muvuca que recebe diariamente. Eu já estava preparada pra me estressar, mas tive uma bela surpresa quando chegamos lá. Por ser domingo (e ninguém saber que as lojas estão abertas aos domingos de dezembro), estava super tranquilo de andar por lá, achamos rapidinho vaga pra estacionar e fizemos compras com toda calma. Compramos um tapete lindo e fofo pra nossa sala e presentes para as crianças da família.

De lá fomos pra casa dos sogros almoçar. Lá pelas 15h chegamos em casa, mas marido teve a idéia de irmos no Barra Shopping, convidamos meus pais e logo depois fomos. Mais um passeio legal, mesmo com o shopping lotado como estava. De noite ficamos nos meus pais e vimos Casa do Lago, outro filme que alugamos. Lanchamos, saímos de lá quase 23h e ainda fomos devolver os filmes.

E haja disposição pra acordar hoje…

O ano está finalmente acabando e eu só quero agradecer por tudo que vivi e pedir que 2007 seja melhor. Vejo um monte de coisa errada à minha volta e às vezes dá vontade de fugir desse mundo. Mas a esperança não pode ser perdida.

Já me livrei das aulas da faculdade, tive notas excelentes e minha média de rendimento vai ficar ainda mais elevada. Daqui a alguns dias entro em férias coletivas no trabalho. Graças! Não aguento ter que ficar aqui fazendo papel de figurante. Não tem trabalho, então pra que fingir? Ainda mais tendo que enfrentar o calor dessa cidade…aff. Nasci pra isso, não. Se é pra ser carioca, que eu pelo menos fosse rica e pudesse passar o dia à toa na praia.

Ontem dei início à procura pelos presentes de Natal. É uma verdadeira aventura ir a shopping nesse período, ainda mais com minha mãe…hehe. Eu estava tão cansada que até recusei o convite dela pra fazermos um lanchinho. E olha que não sou de recusar comida…haha.

Só consegui comprar presentes pra mãe (o livro Marley e Eu – comprei pela Internet, senão ela iria ver), pai (uma camisa social), marido (box com todos os filmes X-Men + perfume + capa pro celular novo) e um amigo oculto (CD do Ira). Ainda faltam muitos, mas acho que até o final de semana me livro de todas as “obrigações”.

E hoje começa o perído de festinhas. É dia do amigo oculto com a galerinha que já trabalhou aqui. Só eu continuo na empresa, mas as amizades verdadeiras ficam para a vida toda. Eu sou a promoter da galera…hehe. Criei um grupo no Yahoo para trocarmos e-mails, organizo eventos a cada três meses e assim nos mantemos unidos. Se fosse só pelo fato de ter conhecido essas pessoas, meu emprego já teria valido a pena.

Sexta-feira tem amigo oculto com as ex-amigas virtuais, que há muito tempo são reais.
Mais uma garantia de que a noite será divertida.

E já que o desânimo não permitiu que eu fizesse muita coisa no último final de semana, estou cheia de idéias para o próximo. Vamos em frente que 2006 está acabando…

Nem estou com vontade de escrever, mas não tenho nada de bom pra fazer no trabalho. Marido me deixou aqui às 7h. Ótimo para quem está sofrendo com cólicas e ía ter que encarar chuva e ônibus lotado. Melhor ainda para quem pode fazer seu horário de trabalho e chegando cedo, sai cedo. E “melhor ao cubo” para quem só trabalha seis horas por dia O/

Nem sei o porquê de estar feliz em sair cedo, já que faço isso sempre que me dá na telha. Ontem mesmo, cheia de cólica, sem nada de produtivo pra fazer, fugi do trabalho antes das 13h. Peguei a bolsa, disse que ía almoçar, mas na verdade peguei o busão e fui pra casa. Não. Ninguém sentiu minha falta. E, acreditem, aqui tem gente mais cara-de-pau que eu.

Mas pode ser que essa moleza acabe. Semana que vem, começam as demissões. Todo final de ano eles fazem isso. Presente de Natal muito desagradável, né?

Eu daria tudo pra ficar esse final de semana todo dentro de casa, quietinha. Eu odeio eventos sociais quando estou nesse estado. Mas não vai dar.

Minha semana (até quarta-feira) foi maravilhosa. Recebi as notas das provas e já estou livre da faculdade, comecei na hidroginástica, fomos ao cinema (Os Infiltrados), jantamos fora.

Ontem uma coisa ruim aconteceu e fez com que as coisas potencialmente boas, fiquem imperceptíveis aos meus olhos. Mas a boa notícia é que logo fico livre da coisa ruim e volto ao meu normal (que é meio anormal, confesso).

E o meu desejo, nesse exato momento, é que o final de semana acabe logo e que
a próxima semana comece.